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Nem todos os títulos são o que parecem ser

novembro 7, 2008

Se você não sabe inglês, não tente aprende-lo pelos títulos de filme. As traduções em português muitas vezes não correspondem ao original e um exemplo disto é a deliciosa comédia O amor custa caro, em cartaz nos cinemas. O original em inglês fala de crueldade, mas não em preços. Outros exemplos são clássicos como Assim Caminha a Humanidade, em inglês apenas Giant (gigante) ou A Noviça Rebelde (Sound of music).

 

Fatima Dannemann

 

     A Farra do Demônio é um desses filmes trash de orçamento baixo, assinado por um diretor chinês, John Woo, que se tornou cult entre universitários. Pois seu titulo em inglês nada tem a ver com a tradução em português: To hell with devil (para o inferno com o diabo). Mudando para algo mais hollywoodiano e mais “bonitinho”, o já clássico A Noviça Rebelde, que trata da história verdadeira de Maria von Trapp ex-noviça que se casa com um oficial da marinha austríaca viúvo com sete filhos e foge do nazismo através das montanhas até a Suíça, dificilmente levaria alguém a aprender inglês via títulos de filme. Sounds of Music significa Sons da Música, o mesmo título – ou quase isso – da musica tema do filme (the hills are alive/with the sounds of music…).

    Para chamar o público, os distribuidores de filmes simplesmente trocam o título por outros que lhe parecem mais “comerciais”. Assim, muito do verdadeiro significado ou até todo o significado se perde e àqueles que sabem um pouco do idioma inglês resta apenas a perplexidade de não saber onde e como os distribuidores acharam aquele título. Exemplo clássico: To have or not to have. Este filme, da década de 40, é baseado num original de Ernest Hemingway e foi quando o casal Humphrey Bogart e Lauren Bacall se conheceram e começaram um romance que durou toda a vida do Boggie. O título original significa Ter ou não ter, mas em português se chamou Uma aventura na Martinica. Nada a ver, claro, e a brincadeira com o clássico monologo to be or not to be foi perdido para sempre.

 

Tradução Cruel

 

    Goerge Clooney é um inescrupuloso advogado que não perde uma só causa de divórcio. Catherine Zeta-Jones é uma das derrotadas pelo advogado que jura vingança. Claro que os dois se apaixonam, mas enquanto isso o público se diverte numa comédia romântica deliciosa, com uma trilha sonora maravilhosa, com 80 por cento de músicas de Simon e Garfunkel, incluindo uma versão de Bridge over troubled waters. Um filme que vale o dinheiro do ingresso. O título em português seria Crueldade Intolerável. Seria. Mas da crueldade do título só sobrou a tradução que transformou Intolerable Cruelty em O amor custa caro, filme que está em cartaz nos cinemas.

   Outro filme recente que teve o original modificado. Willard, título original, foi acrescido de A vingança e se transformou em A vingança de Willard. Personal Velocity: Three Portraits, filme de arte cujo título significa Velocidade Pessoal: Três retratos, virou O tempo de cada um, Basic (Básico) virou Violação de Conduta, The italian Job, a profissão italiana se transformou em Uma saída de mestre. É só conferir os sites de cinema e ver os títulos dos filmes recentes. Mas isto acontece desde que Hollywood é Hollywood, e alguns títulos traduzidos acabam sendo totalmente modificados.

      Giant (Gigante) virou Assim Caminha a Humanidade, um filme oscarizado da década de 50, com alguns dos ícones da época, um dos ultimos filmes do legendário James Dean que morreria na flor da idade e no auge do sucesso num acidente em seu carro conversível. Entre dois amores, filme também premiado com o Oscar, era apenas Out of Africa no original em inglês. A força do destino no original era an officer and a gentleman (um oficial e um cavalheiro). Basic Instinct, instinto básico, virou Instinto Selvagem. Há casos em que a tradução não muda nada como sexo, mentiras e videotape,  que em inglês é exatamente isso sex, lies and vídeotape. Com letras minúsculas e tudo mais.

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Cinema e DVD: Um musical, um heroi, intrigas palacianas e – de quebra – uma princesa

setembro 14, 2008

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Fatima Dannemann
   
        Primeiro, o musical. Gênero que anda pouco explorado nos últimos anos. Música mesmo? Só em desenhos animados ou filmes infantis e olhe lá. A diretora inglesa Phyllida Lloyd resolveu levar para as telas o sucesso dos palcos e Mamma Mia, com Meryl Streep, Pierce Brosnan, Colin Firth, Julie Walters, Rachel McDowall, Christine Baranski e – supresa absoluta – Amanda Seyfried, bonita, afinada e mandando bem como a co-protagonista Sophie. O filme é leve, engraçado, romântico, tem ótimas coreografias e músicas deliciosamente nostálgicas do grupo sueco ABBA (entre as quais Dancing Queen e Chiquitita). Completando o clima, o belo cenário do Mediterrâneo, como sempre deslumbrante. A história é simples, prestes a casar, Sophie envia convites para seus três possiveis pais: Sam, Bill e Harry. Os três resolvem voltar à ilha e à mulher por quem se apaixonaram vinte anos atrás. Quando chegam, a mãe de Sophie, Donna, se surpreende ao ficar cara-a-cara com os ex-namorados que nunca conseguiu esquecer. E, enquanto eles inventam desculpas por estar ali, ela se pergunta qual deles é, realmente, o pai de Sophie. Entrou em cartaz esta semana em Salvador e merece ser visto.
 
            ***
 
          Na escolha das esposas ou mesmo namoradas de um rei, há mais de intrigas do que de amor. Isto fica claro em A Outra, de Justin Chadwick, que conta o envolvimento das duas irmãs Bolena, Ana, a famosa segunda esposa de Henrique VIII decapitada por uma suposta traição e sua irmã Mary, amante do rei (e segundo dados históricos mãe de tres supostos filhos bastardos) e das tramas do Duque de Norfolk (também parente da quinta esposa do rei, Catharina Howard, destronada e executada quase da mesma maneira que Ana Boleyn). Natalie Portman é Ana e Scarlett Johansson é Mary convencidas a aceitar o afeto do rei em troca de favores como maior poder e fortuna para sua familia.  Inicialmente, Maria ganha o amor do Rei Henrique (Eric Bana) e se torna sua amante, dando-lhe um filho ilegítimo. Mas Ana, esperta, traiçoeira e destemida, desbanca sua irmã e a esposa de Henrique, a Rainha Catarina de Aragão, em sua perseguição incessante ao rei. O filme é bem feito, prende a atenção do começo ao fim e a reconstituição de época é preciosa nos detalhes. Vale conferir.
 
         ***
       
       Heroi ou anti-heroi? Vivendo nas sombras entre seres da noite, carregando muito de amargura e algo de ódio. Assim é o Batman das graphic-novels. Batman, o Cavaleiro das Trevas, dirigido por Christopher Nolan, com Bob Kane entre seus roteiristas é um dos filmes do homem-morcego que melhor captou essa essencia. Além de todos os trunfos vale conferir o último trabalho do ator Heath Ledger, que se suicidou logo após as filmagens. Christian Bale é Batman que nesse filme enfrenta um Coringa mais do que nunca ensandecido e assassinando inocentes sem qualquer traço de compaixão ou humanidade. Outros personagens se cruzam como o Tenente Jim Gordon (Gary Oldman) aliado de Batman, o promotor Harvey Dent (Aaron Eckhart). Dois outros nomes famosos estão no filme: Michael Caine, como Alfred, o mordomo de Bruce Wayne, e Morgan Freeman, como Lucius Fox, que cria as engenhocas que Batman usa na luta contra o crime. Vale conferir. A única ressalva é justamente o Coringa. O ator estaria melhor se não tentasse imitar o psicopata doido do velho Laranja Mecanica. Impossivel não notar a semelhança.
 
         ***
 
       Finalmente uma dica para quem prefere ficar em casa e ver filmes em DVD: Encantada. Sim, o filme é de criança. Não, você não tem crianças em casa. Mas o que é que tem? A história mistura desenho animado, efeitos especiais, comédia romântica, musical e é ótimo. Tem sequências antológicas como a princesa cantando em pleno Central Park ou arrumando um apartamento em Manhattan com a ajuda de pombos, ratazanas e baratas. Maluquice? Não… Apenas fantasia, o que falta no dia a dia e que filmes como esse pode acrescentar. Uma princesa é banida do reino e da idade média pela rainha malvada e acaba em Nova York dos dias atuais onde é encontrada por um advogado que se apaixona por ela. Amy Adams é Giselle a princesa, Patrick Dempsey o advogado. Pra completar, o príncipe (James Marsden) vem salvar a mocinha e a rainha (Susan Sarandon) vem atrapalhar a festa e tudo acaba de forma surpreendente. Veja, mesmo que seja escondido para seus amigos “cabeça” não lhe criticarem.

Filme reacende a velha questão da vida fora da terra

junho 15, 2008

Dizem as más línguas, que todas as vezes que um pais ou ideologia ameaça a supremacia norte-americana, Hollywood contra-ataca com filme sobre ETs. Teria sido assim na década de 50 quando uma série de filmes sobre aliens, discos-voadores e invasão do planeta simbolizava a ameaça soviética da guerra fria.
Com Saddan Hussein, veio Independence Day, agora, depois do 11 de setembro de 2001, surge Sinais, com Mel Gibson. Seja como for, o filme apenas traz de volta uma velha pergunta: “existe vida fora da terra?”
A Bahia, estado brasileiro situado na Região Nordeste tem sido alvo de aparições esquisitas. Ninguem sabe explicar o que viu, dizem apenas que “não era coisa desse mundo”. Em 96, um médico em Conceição do Almeida chegou a filmar pontos luminosos misteriosos no céu. O assunto foi parar no Fantástico, chegou a ser estudado por vários ufologos, mas tudo parou por ai. Dois anos mais tarde, uma jam session numa delicatessen de posto de gasolina de Salvador foi subitamente interrompida quando um objeto luminoso “caiu” do céu.
Esta queda, levou uma pequena multidão a uma localidade perto de Dias D’Ávila onde muita gente jura que viu cair um disco voador. Misteriosamente, ninguém encontrou nada, e a explicação oficial foi a de uma queda de um balão meteorológico, no mar. Misteriosas luzes foram avistadas dias antes do fenômeno, e umas delas chegaram a ser captadas, sem querer, pela lente de um fotógrafo de jornal. A versão de ufólogos baianos é a de que existiria uma base de ufos no oceano, ao largo da Bahia, e por isso as aparições são frequentes.
Locais como Chapada Diamantina, Jequiriçá e Reconcavo são alvos de frequentes avistamentos. Em Morro do Chapéu, anos atrás, alguem chegou a anunciar a construção de um “aeroporto para discos voadores”. Gozação ou não, o fato é que enquanto o ET de Varginha mobilizava a opinião pública, fazendeiros baianos tiveram animais mortos misteriosamente. O caso aconteceu em diversas localidades do Reconcavo e próximas a Feira de Santana, segundo municipio do estado, a 108km de Salvador.
Tudo era precedido de estranhas luzes, latidos de cachorros assustados com algo que seus donos não viam. No dia seguinte, reses apareciam com perfurações no corpo. Algumas morriam instaneamente, outras morriam dias mais tarde. Nenhum veterinário se arriscou a um diagnóstico mais preciso.
Se isto aconteceu no final dos anos 90, antes disso os mistérios extra-planetários já rondavam a terra. Mesmo antes de Steven Spielberg encantar o mundo com ET, um avião da Vasp foi seguido por luzes misteriosas no percurso Fortaleza-São Paulo.
Sinais como os do filme protagonizado por Mel Gibson existem em diversos países e intrigam os estudiosos por não se parecerem com nada existente na terra. Muitos deles se encontram no interior da Inglaterra e apesar de intensamente estudados, nunca foi encontrada explicação para eles.

Ufologia atrai curiosos e estudiosos

Mesmo que não seja reconhecida “oficialmente” como ciência, a ufologia atrai curiosos para estudar aspectos ligados a vida fora da terra. Ramos mais esotéricos afirmam que o que chamamos estrelas, na verdade, são planetas mais evoluidos e nesses planetas morariam seres também mais evoluidos que os “terráqueos”, muitos dos quais seriam mentores e protetores do nosso planetinha azul. Muitos desses seres, aliás, teriam vindo a terra para guiar a humanidade e o planeta em sua evolução e mudanças de plano evolutivo. Ou simplesmente proteger a terra contra ameaças alienígenas.
Isto teria acontecido durante a mudança do quarto para o quinto plano evolutivo. Foi quando seres de planetas menos evoluidos ou em crise teriam chegado a terra para se aproveitar da evolução do planeta e corromper a humanidade até então ingênua e dentro das leis. Esta queda seria ligada a destruição de Atllântida, o misterioso continente perdido.O mundo ocidental judaico-cristão rejeita a teoria de vida fora da terra, mas há quem associe “os anjos caidos” e a presença de grandes homens como Buda, Cristo, e outros profetas a extra-terrestres.
Claro que líderes religiosos e os meios científicos ficam irritados ao ler essas declarações. Mais de um ufólogo conta já ter sido ridicularizado e perseguido pelo mundo ‘oficial”, mas um deles, que pede a jornalista reserva quanto a sua identidade, diz que “há 500 anos, pensava-se que a terra era chata, descobriu-se a América e que o mundo é redondo. E há coisas inexplicáveis. Se a temperatura de vênus é tão alta como pregam os cientistas, porque as sondas espaciais enviada a esse planeta nunca sofreram avarias devido ao calor?”
A pergunta fica no ar. Enquanto isso, a Nasa descobre sinais muito semelhantes ao da terra em luas de Jupiter e formas primitivas de vida em meteoritos caidos de marte. Isto, sem contar planetas extra-sistema solar descobertos…

Hollywood e os ETs

Mistério sempre há de pintar por ai, diz a música. Pelo menos no cinema, existe vida fora da terra. Seja em fábulas delicadas como ET, de Spielberg, ou Cocoon, filme em que um grupo de idosos é levado a um planeta misterioso onde poderão rejuvenescer e viver eternamente, seja em versões mais violentas como os filmes da série Alien, com Sigourney Weaver.
Más línguas não faltam para associar os ETs do cinema ao medo dos americanos em perder sua supremacia global. O gênero floresceu na década de 50, em plena guerra-fria. Na década de 60, houve alguams incursões no gênero, como 2001 uma odisseia no Espaço.
Nos anos 70, dois jovens egressos das fileiras da Universidade da Califórnia, retomavam os filmes B da década de 50, davam charme, efeitos computadorizados. Quem são eles? Steven Spielberg e George Lucas. Os dois, isoladamente, assinaram ET, Guerra nas Estrelas, produziram e apoiaram projetos de aventuras extra-espaciais. nquanto isso, na TV, séries como Jornada nas Estrelas arrebataram uma imensa e fiel legião de fãs.
Na década de 90, Independence Day chegou a ser encarado como uma resposta de Hollywood a ameaça de Saddan Hussein e depois do atentado de 11 de setembro, foi visto como profético por alguns observadores.
Enquanto isso, ufólogos, esotéricos e bichos-grilos, se reunem em lugares como Sedona, Arizona, ou a área 51, no Novo Mexico, para tentar manter contatos imediatos de terceiro grau. Isto porque nem todos os ETs seriam malvados como os da série Alien. Que o digam as revistas em quadrinho: Super-Homem nada mais é que o ET Kal-El, vindo diretamente de Kripton para salvar o mundo de ameaças malignas como Lex Luthor.

Nem todos os títulos são o que parecem ser

junho 15, 2008

Se você não sabe inglês, não tente aprende-lo pelos títulos de filme. As traduções em português muitas vezes não correspondem ao original e um exemplo disto é a deliciosa comédia O amor custa caro, em cartaz nos cinemas. O original em inglês fala de crueldade, mas não em preços. Outros exemplos são clássicos como Assim Caminha a Humanidade, em inglês apenas Giant (gigante) ou A Noviça Rebelde (Sound of music).

Fatima Dannemann

A Farra do Demônio é um desses filmes trash de orçamento baixo, assinado por um diretor chinês, John Woo, que se tornou cult entre universitários. Pois seu titulo em inglês nada tem a ver com a tradução em português: To hell with devil (para o inferno com o diabo). Mudando para algo mais hollywoodiano e mais “bonitinho”, o já clássico A Noviça Rebelde, que trata da história verdadeira de Maria von Trapp ex-noviça que se casa com um oficial da marinha austríaca viúvo com sete filhos e foge do nazismo através das montanhas até a Suíça, dificilmente levaria alguém a aprender inglês via títulos de filme. Sounds of Music significa Sons da Música, o mesmo título – ou quase isso – da musica tema do filme (the hills are alive/with the sounds of music…).

Para chamar o público, os distribuidores de filmes simplesmente trocam o título por outros que lhe parecem mais “comerciais”. Assim, muito do verdadeiro significado ou até todo o significado se perde e àqueles que sabem um pouco do idioma inglês resta apenas a perplexidade de não saber onde e como os distribuidores acharam aquele título. Exemplo clássico: To have or not to have. Este filme, da década de 40, é baseado num original de Ernest Hemingway e foi quando o casal Humphrey Bogart e Lauren Bacall se conheceram e começaram um romance que durou toda a vida do Boggie. O título original significa Ter ou não ter, mas em português se chamou Uma aventura na Martinica. Nada a ver, claro, e a brincadeira com o clássico monologo to be or not to be foi perdido para sempre.

Tradução Cruel

Goerge Clooney é um inescrupuloso advogado que não perde uma só causa de divórcio. Catherine Zeta-Jones é uma das derrotadas pelo advogado que jura vingança. Claro que os dois se apaixonam, mas enquanto isso o público se diverte numa comédia romântica deliciosa, com uma trilha sonora maravilhosa, com 80 por cento de músicas de Simon e Garfunkel, incluindo uma versão de Bridge over troubled waters. Um filme que vale o dinheiro do ingresso. O título em português seria Crueldade Intolerável. Seria. Mas da crueldade do título só sobrou a tradução que transformou Intolerable Cruelty em O amor custa caro, filme que está em cartaz nos cinemas.

Outro filme recente que teve o original modificado. Willard, título original, foi acrescido de A vingança e se transformou em A vingança de Willard. Personal Velocity: Three Portraits, filme de arte cujo título significa Velocidade Pessoal: Três retratos, virou O tempo de cada um, Basic (Básico) virou Violação de Conduta, The italian Job, a profissão italiana se transformou em Uma saída de mestre. É só conferir os sites de cinema e ver os títulos dos filmes recentes. Mas isto acontece desde que Hollywood é Hollywood, e alguns títulos traduzidos acabam sendo totalmente modificados.

Giant (Gigante) virou Assim Caminha a Humanidade, um filme oscarizado da década de 50, com alguns dos ícones da época, um dos ultimos filmes do legendário James Dean que morreria na flor da idade e no auge do sucesso num acidente em seu carro conversível. Entre dois amores, filme também premiado com o Oscar, era apenas Out of Africa no original em inglês. A força do destino no original era an officer and a gentleman (um oficial e um cavalheiro). Basic Instinct, instinto básico, virou Instinto Selvagem. Há casos em que a tradução não muda nada como sexo, mentiras e videotape, que em inglês é exatamente isso sex, lies and vídeotape. Com letras minúsculas e tudo mais.