Archive for the ‘brega’ Category

Sessão Brega – Arrocha – Alo Porteiro – Tairone Cigano

março 22, 2016

Pegue as suas coisas que estão aqui
Nesse apartamento você não entra mais
Olha o que me fez você foi me trair
Agora arrependida você quer voltar atrás
Já deu
Cansei de suas mentiras mal contadas
Cresci não acredito mais em contos de fadas
Não adianta vir com baixaria

Morreu
O homem carinhoso fiel que te amava
Pegue o elevador, e sua mala e vaza
Tô avisando agora a portaria
Que aqui você não entra mais

Alô porteiro
Tô ligando pra te avisar
Acabo de ficar solteiro
Já desço ai com o dinheiro
Chame o táxi que eu vou pagar

Alô porteiro
Tô ligando pra te avisar
Essa mulher que vai sair
Ela não pode mais subir
Ta proibida de entrar

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Sessão Brega Arrocha – Meu violão e nosso cachorro

março 21, 2016

Simone e Simaria

Pode ficar aqui sou eu quem vou partir
O que a gente construiu não é preciso dividir
Fizemos tantos planos, compramos tantas coisas
Mas o amor é longe disso
Precisamos de um tempo em relação a nós dois
Depois decidimos o final, espero que seja um final feliz

Se o nosso amor se acabar eu de você não quero nada
Pode ficar com a casa inteira e o nosso carro
Por você eu vivo e morro
Mas dessa casa eu só vou levar
Meu violão e o nosso cachorro

Se amanhã a gente se acertar, tudo bem
Mas se a gente não voltar posso beber, posso chorar
E até ficar no soro
Mas dessa casa eu só vou levar
Meu violão e o nosso cachorro

Fizemos tantos planos, compramos tantas coisas
Mas o amor é longe disso
Precisamos de um tempo em relação a nós dois
Depois decidimos o final, espero que seja um final feliz

Se o nosso amor se acabar eu de você não quero nada
Pode ficar com a casa inteira e o nosso carro
Por você eu vivo e morro
Mas dessa casa eu só vou levar
Meu violão e o nosso cachorro

Se amanhã a gente se acertar, tudo bem
Mas se a gente não voltar posso beber, posso chorar
E até ficar no soro
Mas dessa casa eu só vou levar
Meu violão e o nosso cachorro

Meu violão e o nosso cachorro

Série Tosca: Coração de Luto

fevereiro 7, 2012

Teixeirinha

O maior golpe do mundo
Que eu tive na minha vida
Foi quando com nove anos
Perdi minha mãe querida

Morreu queimada no fogo
Morte triste, dolorida
Que fez a minha mãezinha
Dar o adeus da despedida

Vinha vindo da escola
Quando de longe avistei
O rancho que nós morava
Cheio de gente encontrei

Antes que alguém me dissesse
Eu logo imaginei
Que o caso era de morte
Da mãezinha que eu amei

Seguiu num carro de boi
Aquele preto caixão
Ao lado eu ia chorando
A triste separação

Ao chegar no campo santo
Foi maior a exclamação
Cobriram com terra fria
Minha mãe do coração

Dali eu saí chorando
Por mãos de estranhos levado
Mas não levou nem dois meses
No mundo fui atirado

Com a morte da minha mãe
Fiquei desorientado
Com nove anos apenas
Por este mundo jogado

Passei fome, passei frio
Por este mundo perdido
Quando mamãe era viva
Me disse: filho querido

Pra não roubar, não matar
Não ferir, não ser ferido
Descanse em paz, minha mãe
Eu cumprirei seu pedido

O que me resta na mente
Minha mãezinha é teu vulto
Recebas uma oração
Desse filho que é teu fruto

Que dentro do peito traz
O seu sentimento oculto
Desde nove anos tenho
O meu coração de luto.