Archive for dezembro \21\UTC 2011

Retrô 2011: Novelas

dezembro 21, 2011

Cordel Encantado foi a grande novela de 2011. Prova que, para fazer sucesso, não é preciso ser fiel a realidade e nem passar só violências e baixarias. Uma faixa de horário que Matou a pau foi o Vale a pena ver de novo que trouxe de volta duas grandes novelas: O Clone e Mulheres de Areia. Num raio xis do que aconteceu em 2011, temos:

Cordel Encantado – Um encanto de novela que a Globo, num lampejo de lucidez, resolveu exibir as 18 horas. Os duetos e duelos entre princesa e plebeu, nobres e foras da lei, bandidos agradaram em cheio. Foi gol de placa para um horario que, antes disso, vinha apresentando mesmices e historinhas chatas.

Morde e Assopra – No horário das 19horas, Walcyr Carrasco assinou a historia que trouxe um par romântico formado por Adriana Esteves e Marcos Pasquim, uma dupla que vem dando certo desde a divertidissima Kubanacan. Mas outros personagens roubaram a cena como o gay Aureo, o casal Zaza e Minerva, e o robô Zariguim alem da menina Tonica. Chata e forçada foi a participação de Cassia Kiss como a faxineira Dulce. Do meio pro fim da novela ficou cansativo.

Rebelde – Remake brasileiro do sucesso mexicano, a novela vem agradando a molecada com suas tramas ingênuas que lembram os primeiros tempos de Malhação. Os meninos são bonitinhos, a música simpática, mas o problema é que está se estendendo demais e falta alguma consistencia no texto. No mais, é tudo bonitinho, certinho e vai por ai.

Vidas em Jogo –
quem tiver mais o que fazer, nem veja esta novela. Pura baixaria e violência que a Record apresenta 23 horas. ùnica ressalva para a atuação de Thais Ferçosa que acaba se sobressaindo mais do que a mocinha (chata, aliás) Juliane Trevisol.

Insensato Coração – Chata e com excesso de violência, é o tipo de historia a ser esquecida. Alias, que novela, heim? Acabou que os bandidos Norma e Leo se sobressairam mais do que os herois Marina e Pedro. Bom, não dá pra comparar Paola Oliviera com Gloria Pires, nem Eriberto Leão com Gabriel Braga Nunes (perfeito como o bandido quase psicopata que não mostrava emoções)

 

 

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pra cantar no ano novo

dezembro 21, 2011

Auld Lang Syne
Should auld acquaintance be forgot,
And never brought to mind?
Should auld acquaintance be forgot,
And auld lang syne?

For auld lang syne, my dear,
For auld lang syne,
We’ll tak a cup o’ kindness yet,
For auld lang syne.

And surely ye’ll be your pint-stowp,
And surely I’ll be mine!
And we’ll tak a cup o’ kindness yet,
For auld lang syne.

For auld lang syne, my dear,
For auld lang syne,
We’ll tak a cup o’ kindness yet,
For auld lang syne.

We twa hae run about the braes,
And pu’d the gowans fine;
But we’ve wandered mony a weary fit
Sin’ auld lang syne.

For auld lang syne, my dear,
For auld lang syne,
We’ll tak a cup o’ kindness yet,
For auld lang syne.

We twa hae paidled i’ the burn,
Frae morning sun till dine;
But seas between us braid hae roared
Sin’ auld lang syne.

For auld lang syne, my dear,
For auld lang syne,
We’ll tak a cup o’ kindness yet,
For auld lang syne.

And there’s a hand, my trusty fiere,
And gie’s a hand o’ thine!
And we’ll tak a right guid-willie waught

For auld lang syne.

For auld lang syne, my dear,
For auld lang syne,
We’ll tak a cup o’ kindness yet,
For auld lang syne

natal tem que ter jingle bell

dezembro 21, 2011

Jingle Bells
Natal

Dashing through the snow
On a one-horse open sleigh
O’er the fields we go
Laughing all the way
Bells on bob-tail ring making spirits bright
What fun it is to ride and sing
A sleighing song tonight

Oh, Jingle bells, jingle bells, jingle all the way
Oh, what fun it is to ride
In a one-horse open sleigh
Jingle Bells, Jingle Bells, Jingle all the way
What fun it is to ride
In a one-horse open sleigh

programas de auditorio – tudo como antes…

dezembro 9, 2011

Chega fim de semana e gritaria, mulheres histéricas afim de ganhar uns trocados, casais que não se importam de lavar roupa suja fora de casa, meninas querendo namorados, famosos posando de oessoas simples e normais, crianças prodigio e outras coisinhas comuns e incomuns tomam conta da televisão, especialmente nos canais abertos. São os programas de auditorio. Herança do rádio (talvez venham de antes, do circo, dos teatros de variedadas, mas eu não tenho certeza), eles persistem até hoje com as velhas formulas de sempre: show de talentos, quiz games, e muita pieguice em quadros que oferecem premios mirabolantes como dinheiro para abrir um negocio, viagem de volta pra casa, reforma em casa ou nos carros. Alguns não chegam a ser programas de auditorio propriamente ditos mas têm uma plateia ao vivo, como o CQC. A grande maioria, entretanto, não passa de uma grande cafonice. Mesmo que todas as emissoras tenham seus shows de auditorio, a campeã é o SBT que tem algumas das “pérolas” da cafonice com plateia como o Raul Gil e o Casos de Familia.

Raul Gil – Nada mais cafona do que aquele microfone dourado e as menininhas com vestidos de frufru cantando musicas da Broadway. Chato e dispensável.

Casos de Familia – Suprassumo da grosseria e da cafonice, uma apresentadora histerica conduz discussões que só faltam chegar as vias de fato entre as familias que vão lavar roupa suja ao vivo. Um horror que ninguem de bom senso aguenta.

Roda a Roda – Tambem do SBT, já se chamou Roletrando. Agora reune revendedor e consumidor dos cosméticos produzidos e comercializados por Silvio santos e seus familiares. Apesar da formula antiga, é interessante apesar das tentativas do apresentador em tentar advinhar as palavras antes dos concorrentes.

Caldeirão do Huck – Eis alguem que fez um caminho involutivo. Tinha um programa engraçado e irreverente na Bandeirantes e hoje copia formulas de outros programas como o de Gugu. È chato, abusa da pieguice em quadros como lar Doce Lar, mas tem gente que assiste.

Domingão do Faustão – Não é dos piores mas não nada de especial. Alguns quadros têm audiência record, como a Dança dos Famosos. Mas, o apresentador grita muito e tem a péssima mania de interromper os entrevistados.

Tudo é possivel – Apresentado por Ana Hickman aos domingos na Record no mesmo horário do programa de Eliana 9ex-Record) no SBT. Os dois programas (o de Ana e de Eliana) tem quadros semelhantes. No de Ana o melhor é a maratona do humor, mais dinâmica e divertida do que o “quem chega lá” do Faustão.

Um milhão na mesa – no SBT com Silvio Santos na apresentação. Um quiz game interessante. Mas irrita ver o apresentador as vezes deixando os nem sempre bem preparados participantes nervosos e atrabalhados. Uma opção ao futebol das quartas-feiras.

Xuxa – O programa de Xuxa, em relação aos outros, é legalzinho, divertido e esse ano apresentou um concurso de corais bem ao estilo da série Glee. desde que abandonou o posto de rainha dos baixinhos, trocou as maria=chiquinhas por um cabelo mais curto e óculos de ler, Xuxa ficou mais engraçada. Assistir não compromete.

Painho m- Baiano e os novos caetanos

dezembro 9, 2011

perereca – Baiano e os Novos Caetanos

dezembro 6, 2011

“Ó eu aí nesse disco… solicitado…
O que que a cobra come? A cobra come sapo…”

Lá no Central Park tem uma lagoa
Cheia de sapo e uma perereca boa
Filha querida de madame Rã
Que tem muito fã, mas não é uma sapa à toa
Cuida da filha mais bela
Que é senhor pra ser donzela
Todo sapo ta na tela
Mas em volta é só capim

E a perereca cantando assim…
E a perereca cantando assim…

Eu tava ali curtindo de canoa
E vi um sapo-boi, o rei das “mina” da lagoa
Um bicho doido de olho estufado
Com o peito inchado, como todo peixe que voa
E partiu para a conquista
Dando uma de surfista
E com ela deu de vista
E pediu cante pra mim

E a perereca cantou assim…
E a perereca cantou assim…

Olho no olho no meio do lago
Teve pouco papo, o sapo boi (ih!) era gago
Aproveitaram o resto do dia
Rangando mosquito e mergulhados na água fria
Mas o sapo era fera
Numa “pererepaquera”
Se não fosse a Rã já era
E a broncas foi ruim

E a perereca chorava assim…
E a perereca chorava assim…

De madrugada o sapo deu bandeira
De óculos Ray-Ban escorregou na ribanceira
Caiu de frente pros olhinho dela
E já bateu pra ela
Sou atleta de primeira
Mas a noite era criança
Começou, então, a dança
Acordaram a vizinhança
E a história teve fim

Com a perereca suspirando assim…
Com a perereca suspirando assim…
E a mãezinha dela soluçava assim…
E o sapo gritava “até que enfim”…
E a galera toda fazia assim…

“Ó, é o seguinte, eles querem usar minha cuca, então, eu tô de cuca pronta e vô bate um papo… aí é o seguinte: a perereca é filha do sapo boi com a sapa vaca, tá sabendo? A perereca é filha daquela que foi sem nunca ter sido… é isso aí…
Boto banca e eu fui pro brejo. Tem que facilitar, tem que colaborar… sempre pinta um sapo com a sua presença…
É… onde é que eu tô, malandro? Que bandeira… Eu tô aqui na maior das inocências… Qual que é? Qualé… eu entrei numa de morgar, tá sabendo? Entrei numa de morgar…”