Archive for agosto \24\UTC 2009

Telas e Palcos: Pingos sobre realities, programação de domingo e etc…

agosto 24, 2009

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Enfim, A Fazenda chegou a decisão, no ultimo domingo, sem qualquer surpresa: falava-se por ai que Dado Dolabela seria o favorito da emissora, a Rede Record, para ganhar o programa. Bom, ele ganhou. Quem votou em Danni Carlos, gastou dedo teclando mensagens, discando telefones ou votando na net, e dinheiro de torpedo…

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Atuando ou sendo sincero, Dolabela cumpriu seu papel – que talvez tenha sido o de limpar sua imagem de menino mau. Venceu. Contra ou a favor, fazer o que? Brito Junior, nos momentos finais do programa, advertia a cada minuto: “a responsabilidade é do povo”, “o povo é quem escolheu”…

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Seja como for, Danni Carlos, que sai do programa com novas músicas, um carro zero, uma ovelhinha de pelucia e a fama de não gostar de tomar banho, desbancou as boazudas, fofoletes, mocinhas bonitinhas e as nem tão boazinhas assim e ficou em segundo lugar.

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O domingo da final do reality da Record, aliás, foi animado: na Globo, Fantastico e No Limite. Uma das raras vezes nos ultimos tempos, aliás, que o Fantástico (que vai de mal a pior) trouxe algumas coisas interessantes. O SBT colocou no ar o polêmico, mas excelente filme, “Alexandre” de Oliver Stone.

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Enquanto isso, a Band apresentou a transmissão ao vivo do Concurso Miss Universo esse ano apresentado num megaresort nas Bahamas. A brasileira Larissa Costa, apesar de muito bonita, ficou de fora das finalistas. O grupo escolhido pelos jurados privilegiou o Leste Europeu incluindo uma sem sal Miss Croacia e uma Miss Kossovo com um dos penteados mais feios da historia do programa. Ganhou uma versão da barbie latino americana que representou a Venezuela (e nem foi a mais bonita de todas).

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Reality por reality, o concurso de Miss Universo é talvez o mais antigo deles: as meninas ficam “confinadas” em um resort, submetem-se a um regime de desfiles, treinos, ensaios, fotos, entrevistas enorme, convivem, brigam, fazem amizades e no fim são eleitas por um corpo de jurados para depois disso viver seus 365 dias de fama em Nova York.

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Que fim levou: Quarenta anos depois de Stand Up, o Jethro Tull ainda está na estrada

agosto 16, 2009

Nessas eras de bandas super novas (e, porque não?, ótimas), grupos que maracaram os loucos anos 60 e 70 parecem esquecidas. Muita gente se pergunta “cadê?”, “por onde anda?”, “que fim levou?”, mas grupos como o genial Jethro Tull liderado pelo escocês Ian Anderson, vencedor de Grammy e aclamado por fãs e críticas principalmente por discos como Benefit, Aqualung e Songs from the wood.

Misturando tendências que incluem blues, folk, rock pesado, progressivo e até celtas, com uma flauta entre seus principais instrumentos, o Jethro Tull passou anos sem ser bem compreendido especialmente pelos críticos de rock. Virava e mexia e Anderson e a imprensa especializada estavam as turras. O álbum too old to rock and roll, too Young to die de 1976 foi a resposta da banda aos críticos, um disco conceitual (como muitos do grupo) falando sobre um roqueiro de meia idade.

Um dos mais conhecidos do público brasileiro é Aqualung. O álbum é uma combinação de rock pesado focado em temas como párias sociais e cultos religiosos mesclados a experimentos acústicos sobre a vida mundana do cotidiano. Aqualung é adorado e odiado em iguais proporções, embora a faixa título e “Locomotive Breath” sejam constantes em rádios de rock clássico.

A composição do grupo tem mudado ao longo dos pouco mais de 40 anos de estrada (eles começaram dois anos antes de Stand Up). Atualmente, tocam no grupo: Ian Anderson (flauta, voz, guitarra, bandolim), Martin Barre (guitarra, violão e flauta), David Goudier (baixos), John O’Hara (teclado, piano, acordeon e regência), Doanne Perry (percussão). No momento, eles estão em tournée pela Alemanha e até o fim do ano têm concertos marcados na Polônia, Inglaterra, Islândia, Estados Unidos e República Tcheca.

Fontes: wikipedia e o web site oficial do grupo