Archive for junho \27\UTC 2009

We are the world

junho 27, 2009

There comes a time when we hear a certain call
When the world must come together as one
There are people dying
and its time to lend a hand to life
There greatest gift of all

We cant go on pretending day by day
That someone, somewhere will soon make a change
We are all a part of Gods great big family
And the truth, you know,
Love is all we need

[Chorus:]
We are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So lets start giving
Theres a choice we’re making
We’re saving out own lives
its true we’ll make a better day
Just you and me

We’ll send them your heart so they’ll know that someone cares
And their lives will be stronger and free
As God has shown us by turning stones to bread
So we all must lend a helping hand

[Chorus:]
We are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving
Theres a choice we’re making
We’re saving out own lives
its true we’ll make a better day
Just you and me

When you’re down and out, there seems no hope at all
But if you just believe theres no way we can fall
Let us realize that a change can only come
When we stand together as one

[Chorus:]
We are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So lets start giving
Theres a choice we’re making
We’re saving out own lives
its true we’ll make a better day
Just you and me

Farrah Fawcett e Michael Jackson: descansem em paz

junho 27, 2009

A vida é implacável até para as estrelas. Eles foram brilhantes, eles tiveram mais do que 15 minutos de fama, mas veio a morte implacável para eles no mesmo dia. Farrah Fawcett, 62 anos, atriz, Michael Jackson, 50 anos, ídolo da música pop. Ela, de câncer, ele, de parada cardiaca. Importantes em minha vida em algum momento. Ela, ao tentar copiar o penteado, moda nos anos 70 e 80. Ele, ao tentar fazer a coreografia de thriller, mega sucesso nos 80.
Abaixo, um texto que eu coloquei em meu blog My Coat e My Umbrella, please:

They were great. They were brilliant, famous, glorious. But, in the most recent years, they were almost forgotten by the public. Farrah Fawcett, 62, Michael Jackson, 50, died today (june 25th). Farrah has been fighting against a cancer since 2006. She was submitted to a cirurgy and sessions of therapy and the heal was even announced, but six months later the cancer returned. Sex-simbol in the 70’s, she had her hair-style copied by woman everywhere in the whole world. She acted in I dream of Jeannie, the flying nun and was one of the three stars of Charlie’s Angel, a great hit on TV.
Farrah was born in february, 2nd 1947, and her real name was Mary Farrah Leni Fawcett. She studied microbiology in the University of Texas. But she had ever wished to be an actress. She was married to Lee Majors and then she had an affair with Ryan O’Neal that lasted 17 years. The relationship produced a son, Redmond O’Neal, born in 1985. Redmond has struggled with addiction. In April 2009, on probation for driving under the influence, he was arrested for possession of narcotics.

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Michael Jackson was born in 25 august 1958 and died today (june, 25th) after two heart attacks. He was sent to the UCLA Hospital, in Los Angeles, but was pronounced dead in the same afternoon. Her was the seventh of nine kids and begun singing at 5. Thriller was he most known album and had sold millions of copies all over the world. In the last years, Michael was involved in scandals.

Source: Wikipedia and news sites

(in the photos: farrah Fawcett recently, and in the years of glory)

Roberta Sá – Dê um rolê

junho 18, 2009

Não se assuste pessoa
Se eu lhe disser que a vida é boa

Não se assuste pessoa
Se eu lhe disser que a vida é boa

Enquanto eles se batem
Dê um rolê e você vai ouvir

Apenas quem já dizia
Eu não tenho nada antes de você ser
Eu sou,
Eu sou, eu sou, eu sou o amor
Da cabeça aos pés
Eu sou, eu sou, eu sou o amor
Da cabeça aos pés
Eu sou, eu sou, eu sou o amor
Da cabeça aos pés

E só tô beijando o rosto de quem dá valor
Pra quem vale mais um rosto do que cem mil réis

Eu sou, eu sou, eu sou o amor
Da cabeça aos pés
Eu sou, eu sou, eu sou o amor
Da cabeça aos pés
Eu sou, eu sou, eu sou o amor
Da cabeça aos pés

Que fim levou: Heloisa Millet mora em Goiás e dedica-se a pintura

junho 17, 2009

em novelas do horário das sete horas: Estúpido Cupido, Te Contei e outras e nos anos seguintes sumiu das vistas do grande público. Nascida no Rio de Janeiro em 1949, Heloisa Millet foi descoberta por Ziembinski, trabalhou em novelas, cinema, até que casou com o escritor Carlos Pacini e foi morar em Goiás onde descobriu um novo talento: a pintura.
Sua última participação em novelas foi em 1982 em Terras do Sem Fim e Estúdio A…Gildo. Já no cinema, ela gravou até 2003, participando de As Tranças de Maria. Numa entrevista a revista contigo em 1994, Heloisa disse estar gostando da nova vida e ao que tudo indica não voltará mais as telas.

Fontes: wikipedia, site memória da TV, imdb (em inglês), elenco brasileiro

Remake de Janete Clair, Reality Rural e Indiana Jones tupiniquim

junho 16, 2009

 

Por Maria de Fatima Dannemann

“Vende-se um véu de noiva” é a novela que o SBT começa a exibir no lugar de “Revelação”. Mais uma vez, a esposa de Silvio Santos, Íris Abravanel, assina o roteiro da trama , um remake da novela radiofônica de Janete Clair, na qual foi baseada (também de Janete) “Véu de Noiva”, exibida pela Globo entre 1969 e 1970. A trama da novela foi modificada e atualizada mas gira em torno do mesmo tema: um noivado desfeito às vésperas do casamento obrigando a noiva a se desfazer de seu véu. No elenco: Roberto Lopes, Marcela Muniz, Tânia Bondezan, Marcos Winter, Moacyr Franco, Daniela Franco entre outros.

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Empolgando bem menos do que o BBB, mas com o mesmo “shape”, apesar do cenário ser totalmente outro e os confinados terem mais o que fazer além de ficar o dia todo em piscina ou festas, A Fazenda, reúne famosos (ou projetos de famosos) que estão sendo obrigados a tirar leite de vaca, dar comida aos animais, catar ovos e cuidar da horta além de cumprir provas que podem mandar alguem para o “caminho da roça” (o paredão versão country). Dos 14 participantes, três já saíram, uma delas por vontade própria, Bárbara Koboldt, que foi substituída por Fabiana Alvarez. Os ingredientes são semelhantes aos de todos os realities que se prezem: o bad boy, a sedutora que se faz de durona, etc. Mas talvez por isso falte alguma coisa no show, além de que o apresentador, Brito Junior, não consegue empolgar ninguém.

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“Jogo Duro”, o reality que a Globo está apresentando aos domingos “depois do Fantástico” é outro programa que não é grande coisas. A cada de semana, um grupo de participantes participa de provas mirabolantes estilo Indiana Jones, se aventurando entre cobras, sapos, ratos, baratas e outros bichos nojentos e peçonhentos, tendo que recolher dinheiro podendo ganhar até R$ 30 mil. Paulo Vilhena, apesar de bonitinho, é outro apresentador que não empolga e o programa, que deve ser pré-gravado, também é sem-graça e há uma nítida falta de calor humano. O quadro “Faustolândia” (nova versão das Olimpíadas do Faustão) pelo menos é engraçado.

Que fim levou: Os discos de vinil resistem ao tempo, apesar do CD e do mp3

junho 11, 2009

Caetano Veloso, a banda inglesa Coldplay e Lenine são alguns dos artistas que resolveram investir em uma “antiguidade”: os discos de vinil. Isso mesmo. Os LPs haviam sumido do mercado desde meados da década de 90, mas desde meados desta década (por volta de 2005)  que o mundo passou a assistir um movimento inverso, com discos de vinil de 33 rotações sendo vendidos aos milhões em alguns lugares do mundo.

Somente nos Estados Unidos, o número de LPs vendidos em 2007 ultrapassou a casa do milhão. Técnicos em som afirmam que muitos artistas e até usuários vêm se desencantando com o CD e os mp3 e mesmo que estes ofereçam sons sem chiado, “Com o vinil, a amplitude vai do preciso ao mais quente quando a idéia é reproduzir o material original. [O mp3] pega 90% da música e joga fora”, como afirmou Bob Ludwig, engenheiro de masterização que já trabalhou com o Nirvana.

O escritor Ivan Lessa escreveu no site BBC Brasil sobre o vinil: “Era um ritual simples e gostoso. Você tirava o bichinho da capa, punha no prato da vitrola, pegava a pequena alavanca do braço (ou pick-up), virava para o lado que queria (78 ou 33 e 45) e, com cuidado, deixava pousar no sulco do disco.  Daí ficava curtindo o som gordo e amigo. E, às vezes tinha uns estalinhos ou chiado. Igualzinho à vida. E tome polca, com ou sem Adelaide Chiozzo. Ou valsa, samba, chorinho, fox-trot, Bach, Beethoven, Mozart.”

Mas, muitas crianças e adolescentes de hoje só viram o disco de vinil em fotos e muitos nem acreditam que “isso tocava música”. Pois tocava. Em aparelhos elétricos que também sumiram do mercado, as radiolas ou toca-discos. O disco de vinil surgiu na década de 40 para substituir os velhos bolachões de 78 rotações feitos de goma laca. O disco de vinil possui micro-sulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. O disco de vinil possui micro-sulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. È gravado analogicamente e os sulcos fazem vibrar a agulha das radiolas. A vibração se transforma em sinais elétricos e depois na música.

O vinil é um tipo de plástico muito delicado e qualquer arranhão pode comprometer a qualidade sonora. Os discos precisam constantemente ser limpos e estar sempre livres de poeira, ser guardados sempre na posição vertical e dentro de sua capa e envelope de proteção. A poeira é o pior inimigo do vinil pois funciona como um abrasivo, danificando tanto o disco como a agulha.

Uma curiosidade: o disco de vinil não precisa de um aparelho de som propriamente para ser “tocado”. Experimente colocar o disco rodando na vitrola, sem áudio, com as caixas de som desligadas. Você conseguirá ouvir o disco, pois seu princípio de funcionamento se baseia na vibração da agulha no sulco (espiralado, como um velodromo, tendendo ao infinito como uma linha reta) dentro das ranhuras, que nada mais são do que a representação freqüencial do áudio em questão.

Fontes: wikipedia, BBC-Brasil, ambrosia

Ídolos que vão e vêm como as marés

junho 4, 2009

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Fatima Dannemann

           O que Susan Boyle e Ronaldo têm em comum? Aparentemente nada. Mas, na prática são ídolos que de repente mudaram sua relação com a mídia ou parte dela. Ronaldo, agora, só aparece na Globo “a paisana”, sem o uniforme do time ao qual está contratado, que agora é exclusividade do SBT. O próprio dono da emissora lembrou no sábado “o que é que nós somos? Corinthians”. Susan foi aplaudida pelo público, fenômeno na Internet, mas se tornou meio arredia e a mídia logo apontou outros favoritos ao concurso de calouros que ela participou. Não deu outra. Um grupo de dança ganhou a final, Susan ficou em segundo, surtou, foi internada.

 

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            A mídia dá mas as vezes toma. Um caso nunca explicado de como os ídolos consagrados pelo público – ou até pela mídia – que de repente se tornam malditos é o do boneco Fofão. Sucesso nos anos 80 no programa Balão Mágico, o Fofão ganhou destaque, programa próprio, ascendeu aos mais altos limites da glória. Foi quando, “de repente”, um boato começou a tomar conta do Brasil de norte a sul: o Fofão teria sido desenhado pelo diabo em pessoa e dentro haveria um punhal que tomaria a alma das crianças. Niguem sabe quem começou a espalhar essa história. Mas, o fato é que o Fofão caiu em desgraça e o boneco sumiu de circulação. Nada ficou provado, hoje poucos se lembram.

 

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            Enquanto Ronaldo e o Corinthians se tornam exclusivos da emissora de Silvio Santos, a Globo já adota outro “ídolo”, esse ligado, atualmente, ao time do coração da rede carioca, o Flamengo. Adriano, chamado “imperador do Rio”, já ganhou entrevista exclusiva com direito a lágrimas e muita pieguice nos programas de esporte globais, já ganhou destaque no Fantástico e sua família já apareceu (para “variar”, chorando de “alegria”, pois a mídia sabe como explorar a emoção das pessoas e nunca com risos, sempre com lágrimas, naquela do óoo coitadinho). Até quando? Bom, pelo menos até a Seleção que vai a Copa de 2010 (se o Brasil for classificado, claro) for convocada…

 

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           Caetano Veloso, em uma matéria no programa Aprovado, TV Bahia, falou sobre como será o panorama cultural no futuro. Muito do que ele falou, já acontece. Hoje, a Internet consolidou a Globalização e muito do que é ou se torna famoso foi consagrado pela net em blogs ou no You Tube e similares. Muitas das músicas que a moçada ouve em mp3 e mp4 vêm diretamente de programas de compartilhamento e passam longe da massificação programada pelas gravadoras que impõem a presença de gente como Sandy, no quadro Soletrando do Caldeirão do Huck, de Daniel, num elenco de novela, ou mesmo de Ivete Sangalo e Claudia Leite onde der para elas aparecerem – sejam como cantoras (maravilhosas, e isso ninguém precisa de mídia para avaliar) ou sejam como “ótimas” mães. Para Caetano, isso já está mudando e é o que incomoda a industria existente: Susan Boyle foi vítima dessa falta de alinhamento com os “padrões” que a mídia e a industria (incluindo ai gravadoras, editoras, provedores, etc) quer para seus (dela) ídolos: feia, pobre, mocoronga, apesar da voz lindíssima. Enquanto isso procuram até hoje uma sucessora para Billie Hollyday. Mas será que isso é possível?