sobre os filmes que fizeram 2008 no cinema e alguma coisa da TV

por Fatima Dannemann

Uma coisa me impediu de ir mais ao cinema em 2008: o preço elevado do ingresso do cinema. Somem-se ai pipoca, refrigerante, lanchinho básico depois do cinema para discutir o filme e… Pois é… O resultado é que precisei escolher mais os filmes e acredito ter feito boas escolhas. A primeira e principal delas atende pelo nome de Batman, o Cavaleiro das Trevas, sem dúvuda o melhor do ano passado.

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Este é um filme que faz fãs de quadrinhos ou não, “batmaníacos” ou não passarem tres horas hipnotizados pelas imagens. É o que melhor captou a essência amarga, depressiva e violenta do (anti)heroi, além de toda a insanidade do Coringa. Aliás, Heath Ledger, que morreu logo após as filmagens, ganhou um Golden Globe póstumo como melhor ator coadjuvante justamente por este papel.

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Um outro Film of note do ano é A Outra que conta o affair de Henrique VIII não só com Ana Boleyn como com a irmã desta Mary, que é justamente a “outra” do filme. The Other Boleyn Girl é o título original. O filme engloba desde o fim do casamento do rei da Inglaterra com Catarina de Aragão até a execução de Ana e a entrada em cena de Jane Seymour, a terceira esposa do monarca.

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Fui ver Crepúsculo agora já no finalzinho do ano meio cética. Filme de vampiro? Pois sai surpresa do cinema. O filme é legal. Na verdade é a clássica história de amor adolescente com atmosfera dark, algum terror e cenas de sangue. Em compensação, move o filme uma belíssima paisagem tanto do sudoeste como do norte dos Estados Unidos. A música é linda e ver que mesmo vampiros têm algum código de ética foi surpreendente.

trailer

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Agora, uma comédia. Claro que só podia ser romântica: O melhor amigo da noiva, leve, despretensioso, de morrer de rir. Um remake que surpreendeu foi Agente 86. O chato foi ter que aturar Anne Hathway com aquele ar de Diário da Princesa que gostaria de vestir Prada… Muda o filme e ela é a mesma. Finalmente, Mama Mia. O filme que eu mais cantei nos ultimos tempos. legal, divertido e – porque não – para matar as saudades dos tempos da discoteca.

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Na TV, aproveitei para ver O pai Ó, versão filme na sexta-feira. Claro que eu me diverti horrores. O filme não é lá grandes coisas. Mas é made in Bahia, com elenco baiano, história divertida… Ah, e foi gratis mesmo… John e June também foi uma surpresa de fim de ano na telinha não tinha visto no cinema e aproveitei para conferir. Gostei muito, especialmente da performance de Reese Whiterspoon que ganhou o Oscar de melhor atriz por sua interpretação de June Carter. Mereceu.

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