Archive for junho \23\UTC 2008

Forró – Clemilda – Seu Tuzinho

junho 23, 2008

Refrao:
Eu to querendo Seu Tuzinho
Eu to querendo Seu Tuzinho
Eu to querendo Seu Tuzinho
Voce tem que da pra mim

Na festa chegou Seu Pedro
que ela chama de Pedroca
Depois chegou seu Norberto
que ela chama de Nonoca
Depois chegou seu Jose
que ela chama de Zezinho

Quando Seu Atun chegou
a menina falou
Eu quero Seu Tuzinho

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Banda Eva – Não Precisa Mudar

junho 23, 2008

Não precisa mudar,
Vou me adaptar ao seu jeito,
Seus costumes, seus defeitos,
Seus ciúmes, suas caras,
Pra que mudá-las?

Não precisa mudar,
Vou saber fazer o seu jogo.
Fazer tudo do seu gosto
Sem guardar nenhuma mágoa,
Sem cobrar nada.

Se eu sei que no final fica tudo bem.
A gente se ajeita numa cama pequena,
Te faço poema, te cubro de amor.

Então você adormece
Meu coração enobrece (Refrão)
E a gente sempre esquece
De tudo que passou

Não precisa mudar
Vou me adaptar ao seu jeito
Seus costumes, seus defeitos
Seus ciúmes, suas caras,
Pra que mudá-las?

Não precisa mudar,
Vou saber fazer o seu jogo,
Deixar tudo do seu gosto,
Sem guardar nenhuma mágoa,
Sem cobrar nada.

Se eu sei que no final fica tudo bem…
A gente se ajeita numa cama pequena,
Te faço poema, te cubro de amor.

Então você adormece
Meu coração enobrece (Refrão)
E a gente sempre esquece
De tudo que passou..

Filme reacende a velha questão da vida fora da terra

junho 15, 2008

Dizem as más línguas, que todas as vezes que um pais ou ideologia ameaça a supremacia norte-americana, Hollywood contra-ataca com filme sobre ETs. Teria sido assim na década de 50 quando uma série de filmes sobre aliens, discos-voadores e invasão do planeta simbolizava a ameaça soviética da guerra fria.
Com Saddan Hussein, veio Independence Day, agora, depois do 11 de setembro de 2001, surge Sinais, com Mel Gibson. Seja como for, o filme apenas traz de volta uma velha pergunta: “existe vida fora da terra?”
A Bahia, estado brasileiro situado na Região Nordeste tem sido alvo de aparições esquisitas. Ninguem sabe explicar o que viu, dizem apenas que “não era coisa desse mundo”. Em 96, um médico em Conceição do Almeida chegou a filmar pontos luminosos misteriosos no céu. O assunto foi parar no Fantástico, chegou a ser estudado por vários ufologos, mas tudo parou por ai. Dois anos mais tarde, uma jam session numa delicatessen de posto de gasolina de Salvador foi subitamente interrompida quando um objeto luminoso “caiu” do céu.
Esta queda, levou uma pequena multidão a uma localidade perto de Dias D’Ávila onde muita gente jura que viu cair um disco voador. Misteriosamente, ninguém encontrou nada, e a explicação oficial foi a de uma queda de um balão meteorológico, no mar. Misteriosas luzes foram avistadas dias antes do fenômeno, e umas delas chegaram a ser captadas, sem querer, pela lente de um fotógrafo de jornal. A versão de ufólogos baianos é a de que existiria uma base de ufos no oceano, ao largo da Bahia, e por isso as aparições são frequentes.
Locais como Chapada Diamantina, Jequiriçá e Reconcavo são alvos de frequentes avistamentos. Em Morro do Chapéu, anos atrás, alguem chegou a anunciar a construção de um “aeroporto para discos voadores”. Gozação ou não, o fato é que enquanto o ET de Varginha mobilizava a opinião pública, fazendeiros baianos tiveram animais mortos misteriosamente. O caso aconteceu em diversas localidades do Reconcavo e próximas a Feira de Santana, segundo municipio do estado, a 108km de Salvador.
Tudo era precedido de estranhas luzes, latidos de cachorros assustados com algo que seus donos não viam. No dia seguinte, reses apareciam com perfurações no corpo. Algumas morriam instaneamente, outras morriam dias mais tarde. Nenhum veterinário se arriscou a um diagnóstico mais preciso.
Se isto aconteceu no final dos anos 90, antes disso os mistérios extra-planetários já rondavam a terra. Mesmo antes de Steven Spielberg encantar o mundo com ET, um avião da Vasp foi seguido por luzes misteriosas no percurso Fortaleza-São Paulo.
Sinais como os do filme protagonizado por Mel Gibson existem em diversos países e intrigam os estudiosos por não se parecerem com nada existente na terra. Muitos deles se encontram no interior da Inglaterra e apesar de intensamente estudados, nunca foi encontrada explicação para eles.

Ufologia atrai curiosos e estudiosos

Mesmo que não seja reconhecida “oficialmente” como ciência, a ufologia atrai curiosos para estudar aspectos ligados a vida fora da terra. Ramos mais esotéricos afirmam que o que chamamos estrelas, na verdade, são planetas mais evoluidos e nesses planetas morariam seres também mais evoluidos que os “terráqueos”, muitos dos quais seriam mentores e protetores do nosso planetinha azul. Muitos desses seres, aliás, teriam vindo a terra para guiar a humanidade e o planeta em sua evolução e mudanças de plano evolutivo. Ou simplesmente proteger a terra contra ameaças alienígenas.
Isto teria acontecido durante a mudança do quarto para o quinto plano evolutivo. Foi quando seres de planetas menos evoluidos ou em crise teriam chegado a terra para se aproveitar da evolução do planeta e corromper a humanidade até então ingênua e dentro das leis. Esta queda seria ligada a destruição de Atllântida, o misterioso continente perdido.O mundo ocidental judaico-cristão rejeita a teoria de vida fora da terra, mas há quem associe “os anjos caidos” e a presença de grandes homens como Buda, Cristo, e outros profetas a extra-terrestres.
Claro que líderes religiosos e os meios científicos ficam irritados ao ler essas declarações. Mais de um ufólogo conta já ter sido ridicularizado e perseguido pelo mundo ‘oficial”, mas um deles, que pede a jornalista reserva quanto a sua identidade, diz que “há 500 anos, pensava-se que a terra era chata, descobriu-se a América e que o mundo é redondo. E há coisas inexplicáveis. Se a temperatura de vênus é tão alta como pregam os cientistas, porque as sondas espaciais enviada a esse planeta nunca sofreram avarias devido ao calor?”
A pergunta fica no ar. Enquanto isso, a Nasa descobre sinais muito semelhantes ao da terra em luas de Jupiter e formas primitivas de vida em meteoritos caidos de marte. Isto, sem contar planetas extra-sistema solar descobertos…

Hollywood e os ETs

Mistério sempre há de pintar por ai, diz a música. Pelo menos no cinema, existe vida fora da terra. Seja em fábulas delicadas como ET, de Spielberg, ou Cocoon, filme em que um grupo de idosos é levado a um planeta misterioso onde poderão rejuvenescer e viver eternamente, seja em versões mais violentas como os filmes da série Alien, com Sigourney Weaver.
Más línguas não faltam para associar os ETs do cinema ao medo dos americanos em perder sua supremacia global. O gênero floresceu na década de 50, em plena guerra-fria. Na década de 60, houve alguams incursões no gênero, como 2001 uma odisseia no Espaço.
Nos anos 70, dois jovens egressos das fileiras da Universidade da Califórnia, retomavam os filmes B da década de 50, davam charme, efeitos computadorizados. Quem são eles? Steven Spielberg e George Lucas. Os dois, isoladamente, assinaram ET, Guerra nas Estrelas, produziram e apoiaram projetos de aventuras extra-espaciais. nquanto isso, na TV, séries como Jornada nas Estrelas arrebataram uma imensa e fiel legião de fãs.
Na década de 90, Independence Day chegou a ser encarado como uma resposta de Hollywood a ameaça de Saddan Hussein e depois do atentado de 11 de setembro, foi visto como profético por alguns observadores.
Enquanto isso, ufólogos, esotéricos e bichos-grilos, se reunem em lugares como Sedona, Arizona, ou a área 51, no Novo Mexico, para tentar manter contatos imediatos de terceiro grau. Isto porque nem todos os ETs seriam malvados como os da série Alien. Que o digam as revistas em quadrinho: Super-Homem nada mais é que o ET Kal-El, vindo diretamente de Kripton para salvar o mundo de ameaças malignas como Lex Luthor.

Nem todos os títulos são o que parecem ser

junho 15, 2008

Se você não sabe inglês, não tente aprende-lo pelos títulos de filme. As traduções em português muitas vezes não correspondem ao original e um exemplo disto é a deliciosa comédia O amor custa caro, em cartaz nos cinemas. O original em inglês fala de crueldade, mas não em preços. Outros exemplos são clássicos como Assim Caminha a Humanidade, em inglês apenas Giant (gigante) ou A Noviça Rebelde (Sound of music).

Fatima Dannemann

A Farra do Demônio é um desses filmes trash de orçamento baixo, assinado por um diretor chinês, John Woo, que se tornou cult entre universitários. Pois seu titulo em inglês nada tem a ver com a tradução em português: To hell with devil (para o inferno com o diabo). Mudando para algo mais hollywoodiano e mais “bonitinho”, o já clássico A Noviça Rebelde, que trata da história verdadeira de Maria von Trapp ex-noviça que se casa com um oficial da marinha austríaca viúvo com sete filhos e foge do nazismo através das montanhas até a Suíça, dificilmente levaria alguém a aprender inglês via títulos de filme. Sounds of Music significa Sons da Música, o mesmo título – ou quase isso – da musica tema do filme (the hills are alive/with the sounds of music…).

Para chamar o público, os distribuidores de filmes simplesmente trocam o título por outros que lhe parecem mais “comerciais”. Assim, muito do verdadeiro significado ou até todo o significado se perde e àqueles que sabem um pouco do idioma inglês resta apenas a perplexidade de não saber onde e como os distribuidores acharam aquele título. Exemplo clássico: To have or not to have. Este filme, da década de 40, é baseado num original de Ernest Hemingway e foi quando o casal Humphrey Bogart e Lauren Bacall se conheceram e começaram um romance que durou toda a vida do Boggie. O título original significa Ter ou não ter, mas em português se chamou Uma aventura na Martinica. Nada a ver, claro, e a brincadeira com o clássico monologo to be or not to be foi perdido para sempre.

Tradução Cruel

Goerge Clooney é um inescrupuloso advogado que não perde uma só causa de divórcio. Catherine Zeta-Jones é uma das derrotadas pelo advogado que jura vingança. Claro que os dois se apaixonam, mas enquanto isso o público se diverte numa comédia romântica deliciosa, com uma trilha sonora maravilhosa, com 80 por cento de músicas de Simon e Garfunkel, incluindo uma versão de Bridge over troubled waters. Um filme que vale o dinheiro do ingresso. O título em português seria Crueldade Intolerável. Seria. Mas da crueldade do título só sobrou a tradução que transformou Intolerable Cruelty em O amor custa caro, filme que está em cartaz nos cinemas.

Outro filme recente que teve o original modificado. Willard, título original, foi acrescido de A vingança e se transformou em A vingança de Willard. Personal Velocity: Three Portraits, filme de arte cujo título significa Velocidade Pessoal: Três retratos, virou O tempo de cada um, Basic (Básico) virou Violação de Conduta, The italian Job, a profissão italiana se transformou em Uma saída de mestre. É só conferir os sites de cinema e ver os títulos dos filmes recentes. Mas isto acontece desde que Hollywood é Hollywood, e alguns títulos traduzidos acabam sendo totalmente modificados.

Giant (Gigante) virou Assim Caminha a Humanidade, um filme oscarizado da década de 50, com alguns dos ícones da época, um dos ultimos filmes do legendário James Dean que morreria na flor da idade e no auge do sucesso num acidente em seu carro conversível. Entre dois amores, filme também premiado com o Oscar, era apenas Out of Africa no original em inglês. A força do destino no original era an officer and a gentleman (um oficial e um cavalheiro). Basic Instinct, instinto básico, virou Instinto Selvagem. Há casos em que a tradução não muda nada como sexo, mentiras e videotape, que em inglês é exatamente isso sex, lies and vídeotape. Com letras minúsculas e tudo mais.

Madonna – Don´t Cry For Me Argentina

junho 9, 2008
It won’t be easy, you’ll think it strange
When I try to explain how I feel
That I still need your love after all I’ve done
You won’t believe me
All you will see is a girl you once knew
Although she’s dressed up to the nines
At sixes and sevens with you
I had to let it happen, I had to change
Could’nt stay all my life down at heel
Looking out of the window, staying out of the sun
So I chose freedom
Running around trying ev’rything new
But nothing impressed me at all
I never expected it to
{Refrain:}
Don’t cry for me Argentina
The truth is I never left you
All through my wild days my mad existence
I kept my promise
Don’t keep your distance
And as for fortune, and as for fame
I never invited them in
Though it seemed to the world
They were all I desired
They are illusions
They’re not the solutions they promised to be,
The answer was here all the time
I love you and hope you love me
{au Refrain}
Have I said too much ?
There’s nothing more
I can think of to say to you
But all you have to do is look at me
To know that ev’ry word is true
{au Refrain}
Don’t cry for me Argentina
The truth is I never left you
All through my wild days my mad existence
I kept my promise

From Evita

junho 9, 2008

Antonio Banderas – Oh What A Circus (feat. Madonna)
(Che:)
Oh what a circus, oh what a show
Argentina has gone to town
Over the death of an actress called Eva Peron
We’ve all gone crazy
Mourning all day and mourning all night
Falling over ourselves to get all of the misery right

Oh what an exit, that’s how to go
When they’re ringing your curtain down
Demand to be buried like Eva Peron
It’s quite a sunset
And good for the country in a roundabout way
We’ve made the front page of all the world’s papers today

But who is this Santa Evita?
Why all this howling, hysterical sorrow?
What kind of goddess has lived among us?
How will we ever get by without her?

She had her moments, she had some style
The best show in town was the crowd
Outside the Casa Rosada crying, “Eva Peron”
But that’s all gone now
As soon as the smoke from the funeral clears
We’re all gonna see and how, she did nothing for years

(Crowd:)

Salve regina mater misericordiae
Vita dulcedo et spes nostra
Salve salve regina
Ad te clamamus exules filii Eva
Ad te suspiramus gementes et flentes
O clemens o pia
Hail, oh queen, mother of mercy
Our life, sweetness, and hope
Hail, hail, oh queen
To you we cry, exiled sons of Eve
To you we sigh, mourning and weeping
Oh clement, oh loving one

(Che:)
You let down your people Evita
You were supposed to have been immortal
That’s all they wanted, not much to ask for
But in the end you could not deliver

Sing you fools, but you got it wrong
Enjoy your prayers because you haven’t got long
Your queen is dead, your king is through
And she’s not coming back to you

Show business kept us all alive
Since seventeen October 1945
But the star has gone, the glamour’s worn thin
That’s a pretty bad state for a state to be in

Instead of government we had a stage
Instead of ideas, a prima donna’s rage
Instead of help we were given a crowd
She didn’t say much, but she said it loud

Sing you fools, but you got it wrong
Enjoy your prayers because you haven’t got long
Your queen is dead, your king is through
She’s not coming back to you

(Crowd:)
Salve regina mater misericordiae
Vita dulcedo et spes nostra
Salve salve regina Peron
Ad te clamamus exules filii Eva
Ad te suspiramus gementes et flentes
O clemens o pia

(Eva:)
Don’t cry for me Argentina
For I am ordinary, unimportant
And undeserving of such attention
Unless we all are, I think we all are
So share my glory, so share my coffin
So share my glory, so share my coffin

(Che:)
It’s our funeral too

Jane Duboc – Que Outro Dia Amanheça

junho 2, 2008

Antes de fechar a porta e ir embora,
Não me venha dizer que está levando tudo
Que deseja deixar.
Pegue o seu medo e tristeza,
E escreva nas páginas do livro,
Deixado em cima da mesa,
E não se esqueça,
É preciso que um dia se vá,
Pra que outro dia amanheça.

Não se esbarre na louça,
E repare no jardim,
As plantas subindo pro sol.
Nunca deixe de cantar à brisa,
E de voltar quando queira.
Não perca a altura do vôo,
Nem se desvaneça.
O tempo é concreto,
E se você tem pressa,
Não perca a cabeça.
É preciso que um dia se vá,
Pra que outro dia amanheça.